quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Independência ou morte?


Nesse dia 07 de setembro, não poderia deixar de passar por aqui. Há 189 anos Dom Pedro já entendia o espírito de independência, ou é ou não é, ou independia total ou morte, mesmo que muitos acreditem que foi tudo uma cena, essa frase está presente até hoje em nossas vidas.
      Mas por muitos a palavra independência é compreendida erroneamente, muitos não a associam ao devido valor que possui. Mas esse valor é bem pessoal, o que pode ser independencia para mim, pode ser dependência para você e vice e versa. Na minha concepção do mundo, a independência está sempre em evolução, o que para mim representava o significado dessa palavra há uns tempos atrás não continua sendo hoje. Quero sim, é algo que almejo, ser livre para pensar, para agir, para viver como O único responsável pela minha vida, O que tem o poder de mandar e mudar os rumos da minha existência quer.
      Independência para liberar no papel os pensamentos, para viver e trilhar os caminhos que devo trilhar. Ou se é independente ou se deixa de viver. Ou nos impomos diante das circunstâncias como pessoas independentes ou vamos morrendo aos poucos na dependência de alguém ou de algo. E quando falo morrendo não é só no sentido literal da palavra, pode ser também, mas a morte que falo é das opiniões, da capacidade de se impor. Não se é independente quanto se completa 18 anos, quando se casa, quando se entra na universidade, quando constitui uma família ou quando se tem dinheiro para se sustentar financeiramente, é claro que essas são algumas conseqüências se tornar independente, mas não importando a  idade e a condição social, se torna independente a pessoa que consegue viver o que pensa e como pensa, que é livre para levar a sua vida, não  impondo arrogantemente suas idéias e ideais aos demais, mas sim aquela  que permanece firme me sua decisão e luta pelo acredita.

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